terça-feira, agosto 23

Farense inicia o campeonato com uma vitória diante dos Armacenenses


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sábado, agosto 20

O calendário para 2016/17


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A camisola para 2016/17

segunda-feira, julho 18

Farense foi distinguido com o prémio “fair-play” II Liga, aumenta capital social da SAD e começa a alinhavar a nova temporada


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O empresário João Rodrigues, principal acionista da Sporting Clube Farense - Algarve Futebol, SAD, assumiu a liderança do conselho de administração da SAD que controla o futebol profissional do clube algarvio, despromovido ao Campeonato de Portugal.

A nomeação do novo líder ocorreu numa assembleia de acionistas, realizada na sequência da saída de António Barão, antigo presidente da SAD e do clube, revelou o presidente da assembleia geral da SAD, Luís Coelho, em comunicado.

António Correia, presidente interino do clube, e Rui Dias Gomes são os outros dois elementos nomeados para o conselho de administração.

João Rodrigues assumiu ainda, face à impossibilidade do clube e do outro acionista (Aníbal Guerreiro), a totalidade de um aumento de capital proposto para "liquidar, com caráter de urgência, dívida vencida, que impede o funcionamento mínimo da sociedade e a inscrição da equipa em competições desportivas".

terça-feira, junho 21

CARTA ABERTA AOS SÓCIOS


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CARTA ABERTA AOS SÓCIOS
Rescaldo de uma Década
Mais uma época termina, e mais uma vez uma época de dificuldades. Cabe-me fazer um pequeno balanço, um balanço do que foi e é o S.C. Farense. Um presidente, é constantemente colocado à prova e igualmente posto em causa! Algo que o S.C. Farense, os seus sócios e em especial os seus simpatizantes a isso nos ensinaram e habituaram, tal como em outros clubes.
Em Faro, talvez mais, e tantas vezes injustamente, talvez pelo passado recente do nosso clube, quem o tenha levantado (para não dizer, retirado) do fundo, merece-se mais crédito, mais apoio e margem de confiança.
Um presidente, e restante equipa de trabalho, deve de uma forma geral, ser avaliado e considerado em alguns aspectos fundamentais, tais como: DesportivoFinanceiro,Organizacional e Patrimonial, na sobrevivência, e gestão de um clube.
Não deve exclusivamente, ser avaliado pelo Resultado Desportivo. (apesar de sabermos, que por norma é assim que funciona, mas que no caso do S.C. Farense, não o deveria ser de uma forma tão atroz! Não só repito... pelo passado recente que tivemos, bem como, pela manifesta falta de apoios e problemas do passado que ainda nos afligem). Ate porque, o sucesso do nosso clube, essencialmente nos últimos 10 anos, não se restringiu apenas ao sucesso desportivo, mas sim a tudo o que foi feito paralelamente e que contribuiu para esse mesmo sucesso desportivo tivesse existido.
Sabemos, que na ideia dos sócios e simpatizantes do clube e ate demais apreciadores da modalidade, muitas vezes só olhamos para o “jogo jogado” e as alegrias e tristezas que esse jogo nos transmite! Mas o S.C. Farense é mais do que isso, e como é mais do que isso, tudo desgasta, tudo requer condições, mas essencialmente tudo requer estrutura financeira e acarreta dificuldades ao clube e a quem o gere se estas não existirem.

Vamos por partes:
Estruturalmente, um clube em que, as suas actividades amadoras principais, no passado, se encontravam “moribundas”, neste momento possui um departamento de futebol de formação com cerca de 300 crianças, devidamente organizados e em crescimento sustentado. O que ontem era insignificante representar o nosso clube, hoje voltou a ser um orgulho (uma palavra de apreço para o Pedro Gonçalves, Hugo Costa, Vítor Martins e restante equipa de trabalho); neste momento detém, um departamento de Basquetebol devidamente estruturado/organizado, sendo que nesta conjuntura representa uma das maiores “potências” do sul do País, tornando-se num dos clubes, senão o clube, com mais atletas inscritos na modalidade. Tendo recuperado, inclusive o escalão de Seniores, que tão boas recordações trás a todos os sócios. (palavra de apreço ao Daniel Nascimento e sua equipa de trabalho); contém neste momento o departamento de futsal, que foi criado acerca de 3 anos e já subiu à 2º Divisão Nacional, criando inclusive um escalão de formação próprio, e mais se perspectivam, tornando o clube igualmente numa primeira fase numa potencia Algarvia, e com o devido crescimento uma “potência” Nacional no futuro. (palavra de apreço ao António Correia e Rui Iria).
Tudo isto, trabalho de uma direcção que decidiu em bom tempo criar vários departamentos autónomos do clube, visando a sua sustentabilidade, que trabalham diariamente nas modalidades, mas coordenados pela direcção do S.C. Farense.

Patrimonialmenteencontrei um clube que se preparava para vender o seu principal activo o Estádio São Luís, por uma verba que nem chegaria para pagar a divida do clube (esta era a ideia de alguns “prezados” da nossa sociedade Farense) Assim o S.C. Farense, ficaria não só sem património, bem como, não conseguiria pagar a divida existente. Resolvi não vender! Recebi inúmeras ameaças, fui avisado das dificuldades que passaria pela não venda, que o clube acabaria e fariam questão de decretar o seu fim, etc. … Continuei convicto em não vender! Hoje depois de vários melhoramentos (Cobertura dos tops; cadeiras em todos os sectores; pintura interna e externa de todo o Estádio; Quadro electrónico; reestruturação das zonas Vips; modificação das zonas técnicas interiores no Estádio; intervenção no relvado; obras de melhoramento, etc…), hoje temos um Estádio de “cara lavada”, considerado por muitos, dos mais bonitos da LEDMAN LIGAPRO. Com isto, não só se manteve o património como se valorizou o existente.
Mais foi feito, existem projectos para a chamada bancada do “Pingo Doce”, a qualquer momento pode ser uma fonte de receita para o clube, bem como, mais valorização do Património. O Edifício Sede foi melhorado, onde existe actualmente, por exemplo, um piso de habitação para atletas (8 quartos) que todos os anos sofre melhoramentos pelo desgaste provocado anualmente pela utilização dos mesmos.
Resumidamente, muito trabalho de manutenção e melhoramentos foram feios sem que saltasse a vista de todos os sócios, toda a valorização efectuada ao Património.

Realce, que este ponto por singelo que poça parecer, não se deve ignorar, pois esta é a nossa casa, é o nosso “rosto” é onde os Farenses mostram domingo a domingo, jogo a jogo a sua casa, o seu clube, a sua cidade. Daí que, para mim este seja um ponto de honra “deixar melhor e mais valorizado”, porque as pessoas passam, os resultados desportivos passam, os presidentes passam, mas o clube e a obra FICA.

 Financeiramente
O ponto mais importante, não só pela sua especificidade e dificuldade, mas igualmente porque os sócios hoje em dia, têm de perceber que sem dinheiro, apoios financeiras e não só, nada se constrói e faz! Este ponto, Foi É… e Será sempre o grande problema do S.C. Farense, no Passado, Presente e Futuro recente.

Foi…, porque actualmente continuam a cair dívidas do passado, problemas de impedimentos do passado, como é público o clube tinha um passivo de cerca de 15 milhões de euros, hoje em dia, com o trabalho deste Presidente o passivo anda na ordem dos 2 milhões e 700 mil euros. Existiam Dividas negociadas de uma SAD insolvente, em cerca de 4 milhões de euros, que com o trabalho deste presidente já foi negociada e reduzida para valores na ordem dos 700 mil euros.
Pergunto eu!? Foi este Presidente e Direcção que criaram essas dividas… claro que não, mas sem a sua resolução/negociação certamente o S.C. Farense, não só não competiria actualmente, como não se poderia orgulhar de, a par e passo, tentar resolver os seus problemas, tornando-se cada vez mais credível e mais honroso! Mas não é fácil ver muitos dos que contribuíram para esse passado penoso, estarem a preparar-se para regressar, orquestrando já calúnias e difamações de quem arduamente conseguiu interromper, o fim do clube.

 Voltando às dificuldades financeiras, Dívidas ao Clube Naval (cerca de 300 mil euros) que actualmente já penhorou as acções do clube, que com isso, retirou a todos os sócios os activos do clube e o seu poder. Dividas a ex. activos, que têm de ser pagas mensalmente, como exemplo, ao Sr. João Alves (que tinha um contrato de trabalho vitalício), divida ao Sr. Hassan Nader (que apresentou uma declaração de divida do clube como é do conhecimento publico), entre outros.

Foi…, porque tem constantemente pedidos de pagamento de ex fornecedores (como por exemplo estágios, hotéis, etc…) que em tempos não foram pagas. É verdade que actualmente existem dívidas “residuais” nossas, não fugimos delas, mas que certamente sem as dívidas do passado seriam mais facilmente pagas, e em tempo útil. Enfim, uma constante de ameaças de penhoras, ameaças de processos judiciais, ameaça de acabar com a sobrevivência do clube.

Foi… porque ainda temos de suportar dívidas de empréstimos efectuados no passado, como por exemplo, o da Caixa Agrícola; Detemos uma divida actualmente com a Federação Portuguesa de Futebol resultante do Longínquo Plano “Mateus” em cerca de 500 mil euros, que faz com que o S.C. Farense, não receba qualquer verba da FPF, como por exemplo, o resultante da Taça de Portugal (todos se recordam do recente jogo com o Braga, que poderia dar um bom lucro ao clube e deu ZERO, apenas despesas), quer com isto dizer, que andamos à anos a jogar a Taça de Portugal, com a mesma a resultar apenas em despesas, quer o jogo seja em casa ou fora, tenha transmissão ou não. E assim vai continuar durante os próximos anos.

É… um grande problema, porque actualmente temos um rol de entidades públicas e privadas da nossa cidade que não ajudam, entre elas a Câmara Municipal de Faro (compreendemos e somos sensíveis ás suas dificuldades, mas a realidade é que distam e muito, dos apoios que outras Câmaras dão aos seus clubes e todas têm as mesmas dificuldades), quando observamos que outras Câmaras Municipais ajudam financeiramente, quando vemos outras CM ajudarem no mínimo, nas melhorias e condições dos clubes (todas as obras enumeradas no ponto anterior, foram de exclusiva responsabilidade da angariação de verbas desta direcção e que actualmente ainda as paga e terá de pagar no futuro recente). “Pena” olharmos para uma cidade como Faro, uma Câmara como Faro e actualmente alem de não entrar qualquer verba (nem para a formação) ou ajuda alem da cedência esporádica de transporte, ainda fomos confrontados com o pagamento de água e luz (utilizada em 90% pelas actividades amadoras do clube como o Basquetebol, Futsal, Ginástica, Boxe, Ballet, etc, tudo isto actividades amadores igualmente de proveito Social) que orçamenta cerca de 6 mil euros mensais, tornando-se mais uma despesa insustentável para um clube, que por si só, apresenta inúmeras dificuldades de sobrevivência.

É… um grande problema porque os vários empresários da cidade não se mostram disponíveis para ajudar (talvez resultante um pouco da crise do País), e os apoios que surgem diariamente são quase inexistentes. É… porque actualmente o clube tem/tinha uma fonte de receita que era da TV, que representa cerca de 35% do orçamento mínimo de uma Liga Profissional. Só para que se tenha noção, um orçamento mínimo de competição profissional cifra-se em cerca de 850 mil euros total (tendo como base os salários mínimos da Liga para atletas e treinadores; os activos mínimos para fazer face às exigências da Liga; as deslocações ao norte do País que contemplam viagem, hotel e refeições na ordem dos 35mil euros anuais; a Segurança Social, o IRS; o pagamento de Seguros  na ordem dos 35mil euros anuais; material desportivo indispensável para a pratica da modalidade na ordem dos 30 mil euros; o pagamento de activos diários do clube; o Pagamento da organização dos jogos, contemplando policia, bombeiros e staff na ordem dos 30 mil euros anuais; etc), e mesmo assim este orçamento é e será sempre, dos mais baixos de uma 2º liga, porque qualquer clube do meio da tabela para cima, tem sempre orçamentos entre o milhão de euros e os dois milhões, sem a agravante das deslocações.

È… um grande problema, porque alem de todas as faltas de apoios, actualmente as receitas da Clínica Farense estão penhoradas; as receitas do Café Farense estão penhoradas; as receitas da FPF (como dito anteriormente) estão penhoras; em caso de negociação com a SPORTTV as receitas da mesma ficam automaticamente retidas para abatimento da divida que o Farense tem referente a vários anos de antecipação de receita pedido na altura, etc. …

Posto isto, ter uma receita da TV na ordem dos 300 mil euros, como única fonte de receita significativa, alem do actual patrocinador, e verba de quotização na ordem dos 20 mil euros anuais (quase nem cobre a despesa anual com a organização de jogos). Quer com isto dizer, todos os anos partimos com um défice de cerca de 550 mil euros. Quer com isto dizer, de uma forma simples e tendo em conta os 11 meses de competição (pré-época e campeonato) que o clube tem uma despesa mensal na ordem dos 77 mil euros, e uma receita na ordem dos 32 mil euros, tudo isto sem contar que todos os jogos em casa neste momento dão uma despesa a rondar os 700 euros domingo após domingo (porque temos gastos extra com a policia, alegando que é devido a ter uma claque; gastos com bombeiros obrigatório pela competição; gastos com o pessoal mínimo exigido para a organização dos jogos; etc); sem contar com a despesa anual de multas à Liga em cerca de 15 mil euros (cartões amarelos e cartões vermelhos que são pagos, comportamento incorrecto do publico, etc); sem contar que a manutenção do campo e preparação do campo para o jogo tem igualmente custos elevados, etc...
Resumidamente mensalmente de uma forma geral estamos perante um défice de cerca de 45 mil euros… que este Presidente e sua direcção de uma forma ou de outra têm conseguido fazer face, sem que com isso se acumule passivo que neste momento é nulo!

Será… um grande problema, porque muitos destes problemas do presente continuaram no futuro, as receitas sem capital de investimento externo, continuaram a ser as mesmas e as despesas no mínimo serão iguais, com a probabilidade de serem maiores; caso a Câmara continue sem ajudar e a “obrigar-nos” a pagar a água e luz das nossas actividades amadoras e jovens que nela se inserem; caso a “Cidade” que por si só, não tem infelizmente capacidade de ajudar; caso continuem a cair impedimentos resultantes de políticas erradas do passado, a título de exemplo, agora o Ex-Atleta Carlos Costa colocou oS.C. Farense em tribunal por dívidas na ordem de mais de 100 mil euros do passado, etc…

Caros sócios e simpatizantes Farenses, durante alguns anos, passou uma ideia de estabilidade, tranquilidade e alguma saúde Financeira, no entanto, tudo isso só foi conseguido pelo esforço e dedicação do presidente e respectiva direcção, Que Em primeiro lugar, realizou uma gestão criteriosa; em segundo lugar ao sacrifício pessoal de algumas pessoas; e em terceiro lugar a alguns (poucos, muitos poucos) “bem feitores” que nos momentos de mais aberto têm dito “presente” (mas como sabemos um dia será impossível ajudar mais).
Sabemos das vossas ambições, que são as nossas, sabemos dos vossos desejos, que são os nossos, sabemos da vossa exigência que é nossa, não pensem vocês que ficamos satisfeitos com o que temos… No entanto, para querer mais é preciso mais! E o “mais” que é preciso, modestamente não é “o saber” que muitos comentam, não é a experiencia que muitos insistem em escrever, muito menos a dedicação que alguns apregoam, mas sim a capacidade financeira de poder e querer mais.
 Como foi de fácil percepção, ter nestes 3 anos cerca de 950 mil euros para fazer face a despesas mínimas na ordem dos 2 milhões e 700 mil euros, e juntando a tudo o isto o ainda pagamento e negociação de dívidas a ex atletas, fornecedores e entidades, não é fácil.
Não ter condições financeiras, para ter um gabinete de scouting condizente com uma liga profissional, não ter condições financeiras para ter um departamento de marketing/comunicação maior e a tempo inteiro, não ter condições de realizar deslocações com mais vantagens e benefícios para os atletas, não ter atletas com outro traquejo e qualidade na Liga onde nos encontramos (com todo o respeito por todos os que vestiram a nossa camisola de forma honrosa), não ter melhores condições de treino (somos praticamente o único clube que treina e joga no mesmo campo), não poder ter um posto medico maior e mais completo e condizente com a divisão profissional em que nos encontramos; não ter melhores condições para dar ao atletas e com isso trazer os “craques” que muitos de vocês queriam que viessem e nós também! Enfim … um vasto número de pequenas coisas, que no final de uma época desportiva fazem a diferença e somam pontos.

Caros sócios e simpatizantes do S.C. Farense, tudo isto só acontece por dois grandes motivos: 1º. Os problemas do passado do nosso clube ao qual não podemos fugir, ignorar, ou fingir que não existem; . Essencialmente porque fiz uma promessa a todos vós, de que não venderia o clube, não entregaria o clube como no passado se fez! Mas esse “Ponto de Honra” esta a sair “caro” ao presidente deste clube, que mesmo assim o continua a honrar.  

Um bem-haja a todos… esta explanação não foi um lamento mas sim uma constatação da realidade vivida nos últimos anos, que esta direcção sentiu que muitos desconheciam e muitos outros ignoram.

Saudações Farense

O PRESIDENTE
Antonio Barão

Fonte: http://sportingclubefarense.com/

quarta-feira, maio 11

South Side Boys disponibilizam transporte e bilhete a 10 euros para Barcelos


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No próximo sábado, último jogo do campeonato, o Farense desloca-se ao reduto do Gil Vicente, partida decisiva para as contas da manutenção.

Em desvantagem perante os mais diretos adversários, os leões de Faro são obrigados a vencer e esperar que os concorrentes na luta pela permanência saiam derrotados dos seus jogos.

Como a esperança está bem viva nos adeptos do Farense, os South Side Boys, claque que acompanha em todos os jogos a equipa, apoiando de uma forma fervorosa os jogadores, têm à disposição autocarros e bilhetes para todos os farenses que estejam na disposição de apoiar a equipa no derradeiro jogo, em Barcelos.

Os interessados têm de desembolsar apenas 10 euros para o autocarro e bilhete.

«Porque nunca deixamos de acreditar e queremos que todos os farenses acreditem... Todos a Barcelos, não há desculpas», apelam os South Side Boys.

domingo, maio 8

Celsinho mantém chama acesa!


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45ª Jornada
Farense 2-1 D. Aves

Um livre direto de Celsinho, aos 90 minutos, deu este domingo a vitória ao Farense na receção ao Desportivo das Aves, por 2-1, em jogo da 45.ª jornada da 2.ª Liga, deixando os algarvios a sonhar com a manutenção.

Depois de Irobiso, aos 2 minutos, e André Dias, aos 18, terem levado o jogo em igualdade para o intervalo, a equipa algarvia acabou por festejar um triunfo suado graças ao tento do jovem lateral-esquerdo formado no Farense.

A vitória deixa o Farense no 21.º lugar, com 51 pontos, à partida para a última jornada, precisando de vencer o Gil Vicente e esperar por resultados negativos de adversários diretos para poder assegurar a permanência, enquanto o Desportivo das Aves ocupa o sétimo lugar, com 66.



O Farense entrou da melhor maneira, ao inaugurar o marcador logo no segundo minuto, quando Femi Balogun rompeu pela defensiva avense, rematou para defesa de Quim e Irobiso, na recarga, cabeceou para golo.

Os forasteiros responderam e chegaram à igualdade ao minuto 18, com um remate forte com o pé esquerdo de André Dias, em posição frontal, à entrada da área, na sequência de um livre atrasado de Pedró.

Apesar do equilíbrio no jogo, o Farense desperdiçou as melhores ocasiões no último quarto de hora da primeira metade, nomeadamente por Harramiz, que permitiu a defesa de Quim (35) na 'cara' do guarda-redes, e André Afonso, num remate de meia distância ao lado (40).

A segunda parte teve um início repartido e sem emoção e só 'aqueceu' com um 'tiro' de Irobiso à barra, aos 73 minutos, lance que espoletou uma forte 'ponta' final de jogo para os locais, remetendo os avenses para a sua grande área.

Quim ainda evitou o golo com duas defesas de grande qualidade, nos remates de Irobiso (82) e Rambé (88), mas não conseguiu parar o livre direto assinado por Celsinho, 'em cima' do minuto 90, efusivamente celebrado pelas centenas de adeptos presentes.

Jogo no Estádio de São Luís, em Faro.

Farense-Aves, 2-1.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

1-0, Irobiso, 02 minutos.

1-1, André Dias, 18.

2-1, Celsinho, 90.


Farense: São Bento, Hugo Ventosa, Roni, Delmiro, Celsinho, Coulibaly, Bilro (Osama Rashid, 58), André Afonso (Rambé, 58), Femi Balogun (Bruno Carvalho, 76), Harramiz e Irobiso.

(Suplentes: Ricardo, Osama Rashid, Felipe Barros, Márcio Sousa, Rambé, Sunday e Bruno Carvalho).

Treinador: Antero Afonso.

Desportivo das Aves: Quim, Chico Gomes, Romaric, Emmanuel, André Dias, Ericson, Tarcísio (Dmytro, 90+2), Pedró, Alexandre Guedes, Renato Reis (Felipe Martins, 68) e Diallo (Zé Valente, 62).

(Suplentes: Diogo Freire, Dmytro, Felipe Martins, Zé Valente, Joel, Serhii e Anas Alaji).

Treinador: Ulisses Morais.

Árbitro: Cosme Machado (Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Delmiro (17), Renato Reis (50), Hugo Ventosa (52), Tarcísio (89) e Celsinho (90+1).

Assistência: Cerca de 800 espetadores.

sexta-feira, abril 22

Farense punido com a perda de dois pontos


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Farense utilizou um jogador emprestado pelo Benfica contra as águias, perdeu pontos na secretaria e afundou-se na tabela, para benefício do Benfica B

O presidente do Farense admitiu hoje o erro na utilização de Harramiz contra o Benfica B, que valeu a perda de dois pontos, mas recusou demitir-se caso a equipa algarvia seja despromovida no final da II Liga de futebol.

"Foi um erro, um falhanço da estrutura do clube, gerado por uma confusão em relação à situação contratual do Harramiz. Aconteceu connosco como antes já aconteceu com o Real Madrid, o Sporting de Braga ou outros clubes. E o Real Madrid não tem uma estrutura superior e mais profissional do que a nossa?", questionou António Barão, em declarações à agência Lusa.

O Farense foi punido com a perda de dois pontos, por ter utilizado irregularmente Harramiz frente ao Benfica B, na 36.ª jornada na II Liga de futebol, anunciou na terça-feira o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

O avançado santomense está emprestado pelos 'encarnados' ao conjunto algarvio, pelo que, de acordo com os regulamentos, estava impedido de defrontar o Benfica B, que venceu a partida por 2-0.
O Farense foi ainda punido com a derrota por 3-0 e uma multa de 446 euros, enquanto Harramiz foi suspenso por um jogo e terá de pagar uma multa de 232 euros.

O castigo resultou de um acordo entre o clube de Faro e a Comissão de Instrução e Inquérito da Liga, pelo que não há hipótese de recurso.

"Foi um lapso, não nos apercebemos que o Harramiz não podia jogar. Pagámos por isso e não há recurso. É uma situação incómoda mas resta enfrentar os últimos quatro jogos do campeonato com toda a motivação para recuperar o atraso de quatro pontos face à zona de manutenção", sustentou o dirigente.

O Farense mantém-se na 22.ª e antepenúltima posição, agora com 44 pontos, a quatro da zona de manutenção.

Questionado sobre a possibilidade de poder pedir a demissão, agora ou caso o clube seja despromovido devido à perda destes dois pontos, António Barão recusou por completo esse cenário.
"Por que razão me havia de demitir? Não cometi crime nenhum. Comigo a presidente, subimos até à II Liga, profissionalizámos o clube, baixámos o passivo, renovámos o estádio. Mas estamos sujeitos a falhas, ou a subidas e descidas de divisão, não somos nenhum dos 'grandes'", sublinhou.
António Barão desvalorizou a oposição de alguns adeptos nas redes sociais, comentando que "não responde a quem se esconde por trás de computadores", e assegurou que só admite "ser julgado" por quem ajuda o clube.

"Só aceito julgamentos de quem me ajuda ou está comigo. Faro, a cidade e o seu comércio contribuem pouco ou zero para o seu clube, como tal pouco tem para exigir. Além das quotas dos sócios, só há um investidor, chamado Aníbal Guerreiro, e a BTV, pelo acordo de transmissões televisivas. Não temos dinheiro", concluiu.

Fonte: DN.PT

Derrota injusta ao cair do pano


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 42.ª jornada
Olhanense 1-0 Farense

O Olhanense venceu este domingo o histórico rival Farense, por 1-0, em jogo da 42.ª jornada da 2ª Liga, decidido com um golo do nigeriano Stanley Amuzie, em cima do minuto 90.

Num duelo equilibrado, mas fraco e com ocasiões divididas, em que o empate se justificava, o defesa/médio emprestado pela Sampdoria (Itália) selou o resultado do dérbi algarvio a favor dos rubro negros, que voltaram às vitórias em casa mais de um mês depois.

O Olhanense, 11.º classificado, com 59 pontos, garantiu praticamente a manutenção, enquanto o Farense, que não vence há cinco partidas, continua no antepenúltimo lugar, com 46 pontos, a dois da primeira equipa fora da zona de descida.


A primeira parte não teve muita história para contar, com as duas equipas a praticarem um futebol fraco, sem imaginação e com recurso aos pontapés longos, mas com Rambé e Said muito isolados, sem apoios para desbloquear as defensivas contrárias.

Ainda assim, logo aos quatro minutos, o cabo-verdiano Rambé até teve nos pés a única verdadeira oportunidade de golo dos primeiros 45 minutos, atirando fraco para defesa fácil de Moreira.

Na segunda parte, o equilíbrio manteve-se, assim como o registo de grandes ocasiões desperdiçadas, mas desta vez por Said, que, após centro de João Oliveira, em posição frontal, abordou mal o lance, rematando com o joelho por cima (55').

Por momentos, o jogo passava mais pela animação nas bancadas - com os adeptos do Olhanense a mostrarem um caixão simbólico do enterro do rival Farense e a claque contrária a responder com várias tarjas - do que pelo que acontecia no relvado.

No minuto 90, com a Farense a tentar segurar um ponto que parecia importante, Stanley Amuzie acabou por mesmo por enterrar as aspirações da equipa de Faro, marcando o golo decisivo, num lance facilitado em demasia pela defesa adversária.

Jogo no Estádio José Arcanjo, em Olhão.

Ao intervalo: 0-0.

Marcador:

1-0, Stanley Amuzie, 90 minutos.

Olhanense: Moreira, Coubronne (Rodolfo Lourenço, 76), Fábio Marinheiro, Materazzi, Tiago Duque, Lucas Morelatto (Stanley Amuzie, 70), Ousmane Baldé, João Oliveira (Leandro Borges, 76), Galassi, Murilo e Said.

(Suplentes: Léo, Rodolfo Lourenço, Soriano Mané, Guilherme, Mickael, Leandro Borges e Stanley Amuzie).

Treinador: Cristiano Bacci.

Farense: São Bento, Saeed, Ubay Luzardo, Roni, Diogo Coelho, Osama Rashid (Márcio Sousa, 59), Bilro, Harramiz (Irobiso, 59), Paulinho, Femi Balogun (Coulibaly, 87) e Rambé.

(Suplentes: Ricardo, Diogo Silva, Felipe Barros, Márcio Sousa, Irobiso, Tiago Jogo e Coulibaly).

Treinador: Antero Afonso.

Árbitro: André Moreira (Leiria).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Bilro (56), Said (90+3) e Saeed (90+3).

Assistência: Cerca de 2.000 espetadores.

Farense derrotado nos descontos


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 41.ª jornada 

Farense 1-2 F.C.Porto B

O FC Porto venceu esta quarta-feira o Farense, por 2-1, em jogo da 41.ª jornada da 2ª Liga, decidido no último lance, num livre direto de Sérgio Ribeiro, resultado que afundou os algarvios na tabela.

Rambé, aos 20 minutos, abriu o marcador para os locais, mais fortes na primeira metade da partida, mas os golos de dois suplentes, Fede Varela (64') e Sérgio Ribeiro (90'+5), consumaram a reviravolta a favor do líder.

Os portistas consolidaram o primeiro lugar, agora com 76 pontos, mais quatro do que o segundo classificado, o Desportivo de Chaves, enquanto o Farense foi ultrapassado por dois rivais diretos na luta pela permanência e baixou ao 22.º e antepenúltimo lugar, com 46 pontos.


O Farense mostrou-se pressionante e muito dinâmico desde os minutos iniciais, apostando na transição, e foi assim que Rambé protagonizou a primeira ocasião, aos oito minutos, acabando por atirar ao poste à saída de José Sá.

Aos 20 minutos, chegou o golo inaugural, na sequência de um livre em posição frontal de Paulinho: Erick Palmer Brown falhou o corte e Rambé, à meia volta, surpreendeu o guardião portista com um tiro certeiro.

O avançado cabo-verdiano voltou a ter o golo nos pés, aos 38 minutos, quando surgiu novamente isolado, mas tentou um chapéu que ficou demasiado curto, direto às mãos de José Sá.

Com um FC Porto apagado, o técnico Luís Castro apostou numa dupla substituição ao intervalo, só que o Farense, no espaço de dois minutos, podia ter aumentado a vantagem: Harramiz (58') e Roni, que atirou à barra (59'), desperdiçaram o segundo golo.

Contra a corrente do jogo, o FC Porto empatou, aos 64 minutos, numa jogada individual de Fede Varela, concluída com um remate imparável, e o Farense acusou a igualdade, praticamente desaparecendo do encontro.

São Bento esteve em evidência, ao defender as tentativas de Ismael Diaz (87') e Gleison (90'+2), mas não teve hipóteses no livre direto superiormente executado por Sérgio Ribeiro, no quinto minuto de descontos, com o jogo a ser dado como concluído pelo árbitro logo de seguida.

Os ânimos aqueceram após o final do jogo e, após algumas incidências à entrada do túnel entre jogadores, o árbitro, contestado pelos adeptos locais, esperou cerca de dez minutos pela chegada de mais agentes policiais para seguir para os balneários.

Jogo no Estádio de São Luís, em Faro.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Rambé, 20 minutos.

1-1, Fede Varela, 64.

1-2, Sérgio Ribeiro, 90+5.

Farense: São Bento, Saeed, Ubay Luzardo, Roni, Delmiro, Osama Rashid, Bilro (Coulibaly, 46), André Afonso (Irobiso, 63), Paulinho (Márcio Sousa, 81), Harramiz e Rambé.

(Suplentes: Ricardo, Diogo Silva, Celsinho, Márcio Sousa, Irobiso, Coulibaly e Bruno Carvalho).

Treinador: Antero Afonso.

FC Porto B: José Sá, Victor Garcia, Verdasca, Palmer Brown, Rui Moreira, Nassim Zitouni (Cláudio, 46), Tomás Podstawski, Gleison, Graça (Sérgio Ribeiro, 84), Ismael e Leonardo (Fede Varela, 46).

(Suplentes: João Costa, Rodrigo, Jorge, Cláudio, Fede Varela, Sérgio Ribeiro e Rúben Macedo).

Treinador: Luís Castro.

Árbitro: Rui Oliveira (Associação do Porto).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Bilro (13), Delmiro (45), Saeed (57), Harramiz (76), Cláudio (76), Rambé (84), Coulibaly (90+3) e Sérgio Ribeiro (após o final do jogo).

Assistência: Cerca de 800 espetadores.
 

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