sábado, janeiro 5

Sem apelo nem agravo


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1-0 por Brasa na sequência de um livre frontal, Túlio toca para trás e Brasa remata colocado não dando hipóteses de defesa ao guarda-redes do Machados

2-0 por Túlio, num pontapé de canto, Túlio aparece ao primeiro poste a desviar de cabeça, perante a impotência do guarda-redes forasteiro que apesar de tocar na bola não a consegue impedir de entrar na baliza.

3-0 por Edinho, lance de contra-ataque, Túlio na direita a oferecer o golo de bandeja a Edinho que só teve de concluir.

3-1 por Mário Costa, o atacante dos Machados a aparecer no centro da área a corresponder bem a cruzamento da direita, rematando para o tento de honra da sua equipa.


O Farense conseguiu uma justa vitória frente aos vizinhos Machados, num jogo agradável de seguir, e em que como já não bastasse a rivalidade, ainda tinha como aliciante a estreia de Edinho com a camisola dos homens da casa, estreia essa que culminoO lance que culminaria com o 1º golo do encontro - Clique para ampliaru com o terceiro golo do Farense o que lhe valeu a maior ovação da tarde no momento da sua substituição.

O primeiro tempo iniciou-se com a equipa visitante a tentar surpreender os anfitriões, fruto de uma pressão alta, não deixando jogar, tendo sempre 2 jogadores a cair em cima do homem da bola. Foi no entanto sol de pouca dura, pois o Farense rapidamente se soltou da teia que lhe havia sido montada e passou a comandar as operações. A sua superioridade técnica e a sua boa disposição táctica deram-lhe o comando da partida, e não foi de estranhar o 1º golo da partida ao pEdinho festeja o seu 1º golo ao serviço do Farense - Clique para ampliarassar da 1ª meia hora de jogo. Em 10 minutos o Farense conseguiu desequilibrar seriamente a partida a seu favor, deixando o Machados completamente à deriva, fruto do seu alto índice de aproveitamento das oportunidades de golo.

Na segunda metade do jogo o Machados apareceu mais afoito, nomeadamente após a expulsão de Calquinhas por acumulação de amarelos, chegando mesmo a assustar num remate à trave, num lance em que Costa confiou demasiado no seu golpe de vista, mas no entanto as melhores ocasiões foram dos homens da casa que podiam ter mesmo chegado à goleada, tivessem mantido o índice aproveitamento da primeira parte do encontro.

Vitória mais que justa da equipa que revelou melhor qualidade, e que mostrou melhor entrosamento entre sectores. O árbitro Carlos Cabral esteve bem assim como os seus auxiliares.

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