Numa partida entre 2 equipas que lutavam pela promoção, esperava-se uma partida equilibrada mas que de alguma forma fosse melhor jogada do que aquela que se disputou esta tarde. As equipas que até dispuseram de um palco de primeira, não foram capazes de proporcionar aos cerca de mil espectadores que se deslocaram ao estádio Algarve na tarde de hoje um bom espectáculo.
Se o Farense com uma boa entrada, (Álvaro rematava ao poste logo aos 3 minutos) dava a impressão de poder dominar o jogo e conseguir a vitória, o Juventude, muito remetido ao seu meio terreno, saía algumas vezes com perigo, rematando pela certa e na direcção da baliza de Gonçalo. O Farense conseguiu empurrar a equipa visitante nos primeiros minutos, mas aos poucos a equipa foi perdendo discernimento e há passagem da meia hora já só se jogava na zona central do terreno e com pontapé para o alto.
Na segunda parte, e apenas com 30 segundos jogados, Arlindo, talvez ainda a frio falhou um corte na sua zona defensiva, colocando a bola nos pés de Márcio Madeira, este não se fez rogado e atirou para o golo, num remate seco que não deu grandes hipóteses de defesa a Gonçalo apesar deste ter ainda tocado na bola. De resto, este lance dava a nota para o que seria a segunda parte, o Farense em ataque continuado, e o Juventude a aproveitar as falhas do meio campo e da defesa farense para criar perigo. De qualquer das formas o lance mais perigoso ocorreu na baliza do Juventude quando Bruno a 1 metro da baliza cabeceou por cima da trave. Ocorreram então os típicos lances do futebol português com a tradicional "queima" de tempo por parte da equipa que se encontra em vantagem no marcador e que em nada beneficia um espectáculo que se propõe ser atractivo.
O Juventude de Évora subiu de divisão, o Farense acaba por beneficiar do resultado do Cova da Piedade que empatou em casa com o Beira-Mar de Monte Gordo, mantendo-se tudo em aberto quanto ao último lugar que dá acesso à subida de divisão. O árbitro José Figueiredo, esteve ao nível da importância do jogo, aqui e ali com algumas falhas, mas no geral teve um trabalho positivo.
Se o Farense com uma boa entrada, (Álvaro rematava ao poste logo aos 3 minutos) dava a impressão de poder dominar o jogo e conseguir a vitória, o Juventude, muito remetido ao seu meio terreno, saía algumas vezes com perigo, rematando pela certa e na direcção da baliza de Gonçalo. O Farense conseguiu empurrar a equipa visitante nos primeiros minutos, mas aos poucos a equipa foi perdendo discernimento e há passagem da meia hora já só se jogava na zona central do terreno e com pontapé para o alto.
Na segunda parte, e apenas com 30 segundos jogados, Arlindo, talvez ainda a frio falhou um corte na sua zona defensiva, colocando a bola nos pés de Márcio Madeira, este não se fez rogado e atirou para o golo, num remate seco que não deu grandes hipóteses de defesa a Gonçalo apesar deste ter ainda tocado na bola. De resto, este lance dava a nota para o que seria a segunda parte, o Farense em ataque continuado, e o Juventude a aproveitar as falhas do meio campo e da defesa farense para criar perigo. De qualquer das formas o lance mais perigoso ocorreu na baliza do Juventude quando Bruno a 1 metro da baliza cabeceou por cima da trave. Ocorreram então os típicos lances do futebol português com a tradicional "queima" de tempo por parte da equipa que se encontra em vantagem no marcador e que em nada beneficia um espectáculo que se propõe ser atractivo.
O Juventude de Évora subiu de divisão, o Farense acaba por beneficiar do resultado do Cova da Piedade que empatou em casa com o Beira-Mar de Monte Gordo, mantendo-se tudo em aberto quanto ao último lugar que dá acesso à subida de divisão. O árbitro José Figueiredo, esteve ao nível da importância do jogo, aqui e ali com algumas falhas, mas no geral teve um trabalho positivo.
Farense 0-1 Juventude
Cova Piedade 1-1 Beira-Mar
Pescadores 1-1 Esp. Lagos
Fotos por José Luís Silva









