Não se notou esta noite a diferença de valor entre duas equipas que militam em escalões distintos na partida que se realizou na noite de hoje no Estádio Municipal da Bela Vista no Parchal.Mesmo a nível de público o equilíbrio foi a nota dominante, não se fazendo notar a pouca distância entre Lagoa e o Estádio da Bela Vista. Fez-se notar sim logo à partida a discriminação por parte da organização. Os adeptos do Lagoa foram colocados na bancada central com cobertura como se adeptos da equipa da casa fossem, os de Faro foram remetidos para o canto direito do estádio já sem direito a cobertura. Antes mesmo de passar ao jogo em si fica outra referência para a organização. Durante a primeira parte do jogo a cerca de dezena e meia de apanha-bolas fizeram um excelente trabalho repondo a bola rapidamente. Na segunda parte estes deixaram de repor bolas, passando a ser jogadores e equipa técnica do Farense a correrem dezenas de metros atrás das bolas pela pista de atletismo enquanto os apanha-bolas assistiam a tudo inpávidos e serenos. Ora tratando-se de crianças só se pode tirar daqui uma ilação, alguém deu ordens aos jovens para deixar de fazer o que seria suposto fazerem. Se num estádio com as bancadas junto ao relvado isso pouco importa, quando se trata de um estádio que tem uma pista de atletismo em redor e espaço aberto atrás das balizas pode-se imaginar o tempo que foi perdido. Tempo que Eugénio Aréz tentou compensar com 5 minutos de compensação, tempo que pouco ou nada se jogou, já que os atletas do Lagoa ou ficavam no chão ou "despachavam" a bola para longe mesmo depois do jogo já estar parado.
Falando do jogo em si, foi a equipa de Lagoa que entrou melhor no jogo, tentando intimidar a equipa de Faro, que com muitos remendos na sua equipa não conseguia aproximar-se da baliza adversária. A equipa do escalão superior criava a primeira situação de golo à passagem do quarto de hora, num lance algo confuso em que a bola passou perto da baliza do Farense sem que ninguém do Lagoa conseguisse empurrar para o golo. Pouco depois o árbitro Eugénio Aréz expulsava Joaquim Mendes do banco do Farense, autoritário não esteve com meias medidas. Pena que durante o jogo não tivesse sido autoritário também com os jogadores do Lagoa e utilizasse 2 pesos e 2 medidas para decidir os lances. O Farense ficava com Luís Moreira ,o novo adjunto de Joaquim Mendes que substituiu o anterior adjunto Costa no início desta semana, e Benje a ajudar nas indicações. À beira do intervalo, surgia o único golo do encontro, curiosamente no único remate na direcção da baliza por parte do GD Lagoa em todo jogo. Codó à entrada da área a disparar forte com Edgar a ver a bola bater-lhe à frente e a não ser capaz de evitar o golo.
Na segunda parte o Farense entrou transfigurado para melhor e com um minuto jogado, Rodrigo obrigava Ricardo Piedade à defesa do jogo, em resposta a um remate bem colocado de fora da área. De resto a segunda parte pertenceu quase toda ao Farense, só já nos minutos finais e quando o Farense já se encontrava com Bruno, Alemão, Álvaro e Galanducho lá na frente, o Lagoa desperdiçou uma boa situação para matar o jogo num remate ao lado. Perto do fim Álvaro à entrada da área rematou para mais uma defesa de Piedade, isto quando Bruno pedia a bola para ficar completamente isolado.
O Farense teve uma boa atitude esta noite mostrando-se em nada inferior ao vencedor do jogo. Norberto saiu lesionado com um golpe na cabeça, Joaquim Mendes à meia hora de jogo já não se encontrava no banco e resta perguntar à A.F. Algarve, qual o objectivo desta taça, ou qual é a credibilidade que pretendem que tenha.
Falando do jogo em si, foi a equipa de Lagoa que entrou melhor no jogo, tentando intimidar a equipa de Faro, que com muitos remendos na sua equipa não conseguia aproximar-se da baliza adversária. A equipa do escalão superior criava a primeira situação de golo à passagem do quarto de hora, num lance algo confuso em que a bola passou perto da baliza do Farense sem que ninguém do Lagoa conseguisse empurrar para o golo. Pouco depois o árbitro Eugénio Aréz expulsava Joaquim Mendes do banco do Farense, autoritário não esteve com meias medidas. Pena que durante o jogo não tivesse sido autoritário também com os jogadores do Lagoa e utilizasse 2 pesos e 2 medidas para decidir os lances. O Farense ficava com Luís Moreira ,o novo adjunto de Joaquim Mendes que substituiu o anterior adjunto Costa no início desta semana, e Benje a ajudar nas indicações. À beira do intervalo, surgia o único golo do encontro, curiosamente no único remate na direcção da baliza por parte do GD Lagoa em todo jogo. Codó à entrada da área a disparar forte com Edgar a ver a bola bater-lhe à frente e a não ser capaz de evitar o golo.
Na segunda parte o Farense entrou transfigurado para melhor e com um minuto jogado, Rodrigo obrigava Ricardo Piedade à defesa do jogo, em resposta a um remate bem colocado de fora da área. De resto a segunda parte pertenceu quase toda ao Farense, só já nos minutos finais e quando o Farense já se encontrava com Bruno, Alemão, Álvaro e Galanducho lá na frente, o Lagoa desperdiçou uma boa situação para matar o jogo num remate ao lado. Perto do fim Álvaro à entrada da área rematou para mais uma defesa de Piedade, isto quando Bruno pedia a bola para ficar completamente isolado.
O Farense teve uma boa atitude esta noite mostrando-se em nada inferior ao vencedor do jogo. Norberto saiu lesionado com um golpe na cabeça, Joaquim Mendes à meia hora de jogo já não se encontrava no banco e resta perguntar à A.F. Algarve, qual o objectivo desta taça, ou qual é a credibilidade que pretendem que tenha.












