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domingo, maio 31

Farense - Louletano por José Luís Silva


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sábado, maio 30

Reviravolta final dá triunfo justíssimo ao Farense


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O golo de Della Pasqua frente à sua ex- equipa, decidiu a partida


(8 mn, por Idalécio, na sequência canto marcado na esquerda do ataque louletano, surge o gigante Idalécio, mais alto que os adversários a desferir um cabeceamento de cima para baixo que se anichou junto ao poste esquerdo da baliza de Costa )
(86m, por Nuno Abreu (a.g.), que fruto de alguma infelicidade foi traído por um centro tenso de Justo na direita do ataque farense)
(88m, por Della Pasqua, marcando de cabeça na sequência dum canto apontada da esquerda do ataque farense)

Jogou-se na tarde de hoje a penúltima jornada da Terceira Divisão, e desta forma o Farense se despediu dos seus apaniguados, defrontado no Estádio Algarve o Louletano, à partida já promovido à Segunda B, e que apesar de ter saído derrotado do encontro, comemorou efusivamente o título de campeão, em virtude da copiosa derrota obtida pelo Atlético de Reguengos em Évora por 4-0.

Com o tempo a convidar para uma verdadeira tarde de praia, não foram muitos os adeptos que se deslocaram ao anfiteatro do Parque das Cidades, assistindo os presentes a uma partida algo morna, situação natural após uma época tão desgastante e longa. Foi sob essa toada que se iniciou a partida, com algumas paragens e embora o Farense demonstrasse desde logo a iniciativa de jogo, foi o Louletano a abrir o marcador, aproveitando um lance de bola parada, concluído oportunamente por Idalécio, o capitão da turma de Loulé. Apesar deste começo positivo dos louletanos, minutos antes tinha sido de Wilson o primeiro lance de frisson, quando este efectuou um cruzamento-remate, apenas sustido pelo poste direito da baliza sul. Com o passar do tempo o jogo foi decaindo de qualidade, notando-se cada vez a mais a postura do Louletano neste jogo, que optou por jogar sempre em contra-ataque, apsotando em homens como Pintinho e Devigor para incomodar as redes de Costa, embora com pouca frequência. Contudo, o Farense não fazia muito melhor, e embora tentasse assumir as rédeas de jogo, as suas iniciativas eram anuladas com relativa facilidade pelo adversário, jogando de forma previsível, quase sempre pela direita, denotando dificuldades na finalização e criação de jogo para Della Pasqua que teve uma primeira parte muito discreta, entre os dois gigantes da defesa louletana. Aos 35 minutos António Barão mexeria pela primeira vez na equipa, abdicando do 4x1x4x1 inicial, para incluir na partida Bruno, por forma a dar maior poder de fogo ao ataque do Farense. Terminaria então a primeira parte com um resultado tangencial para os forasteiros, castigando de certa forma o Farense pela qualidade do seu jogo e premiando o Louletano pela eficácia, embora sem demonstrar no relvado a superioridade no marcador.

Na segunda parte, o cariz de jogo não mudou muito, mas a verdade é que o Farense foi gradualmente melhorando a sua intensidade e qualidade de jogo, sendo para isso determinantes as entradas de Dinis e Ró-Ró, que mexeram com a equipa e ajudaram-a no assalto final. Logo aos 49 mn seria David Justo a falhar um golo incrível na cara do guardião louletano, rematando de primeira, por cima do travessão, após bela assistência de cabeça de Della Pasqua. Aos 55 mn seria a vez de Barão, servido por Justo na direita, rematar na área para defesa do guarda redes, ressaltando a bola para a trave, o que ainda originou algumas dúvidas sobre se tinha mesmo passado a linha de baliza. Apesar destas duas ocasiões o futebol estava a ser muito mastigado e foi à passagem da hora de jogo que António Barão introduziu então no campo os dois jogadores anteriormente citados, alargando a frente de ataque e dando maior força ao meio campo. Ró-Ró podia mesmo ter empatado a partida minutos mais tarde após ter entrado, com um remate de muito longe que ainda bateu na trave após toque do guardião, tendo Barão desperdiçado outra ocasião de golo, aos 76mn, quando na pequena área, com pouco ângulo, rematado colocado mas proporcionando uma bela defesa ao guarda redes, que expeliu a bola para fora. Assistia-se nesta altura a um jogo um pouco mais mexido e aberto, com a equipa louletana apenas a tentar controlar, mas sem nunca incomodar Costa, que foi na segunda parte uma autêntico espectador. Com a partida a caminhar para o fim, já muitos não esperariam uma reviravolta no marcador, mas contrariando as expectativas, em dois minutos o Farense inverteu o resultado, decerto com alguma felicidade no primeiro lance, mas acabando por justificar a vantagem pela maior atitude na partida, face a um adversário com credenciais mas aquém do que é exigido para uma equipa profissional e campeã. Arbitragem aceitável.

Com este resultado o Farense, aproveitou para subir um degrau na tabela, após o empate 1-1 do Cova da Piedade, fixando-se no terceiro lugar, quando falta uma jornada para o termo da prova. Num altura em que a indefinição reina para os lado do S. Luís, muito por culpa do negócio do estádio, que já se arrasta à vários meses, foi perguntado a António Barão, pela rádio, se iria continuar ao comando da equipa da capital algarvia na próxima época, mas este relegou novidades para outra altura, após uma conversa a ter em breve com Aníbal Guerreiro, e que decerto ajudará a definir o futuro do futebol sénior do Farense.

Fonte: por SamM em Algarve Farense

Comissão anula concurso e negocia directamente com interessados


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Venda do Estádio de São Luís passou a nova fase

O segundo concurso de venda dos terrenos do Estádio de São Luís foi anulado pela comissão de venda, que está agora a negociar com outra empresa interessada em comprar o recinto.

“O concurso foi terminado porque as duas propostas que recebemos estavam muito longe do valor-base, 15 milhões de euros, que tínhamos definido”, disse ao Região Sul o presidente do Farense e membro da comissão, Gomes Ferreira.

Entretanto, uma terceira empresa contactou os responsáveis mandatados pelos sócios para vender o estádio e manifestou-se interessada na compra do São Luís.

“Mostrámos receptividade e, neste momento, estamos a negociar directamente com essa empresa”, referiu o dirigente, que não quis especificar em que ponto está a negociação.

“Ainda é prematuro antecipar prazos de resolução para que o processo negocial tenha um desenlace que nos agrade”, afirmou Gomes Ferreira.

O presidente do Farense garantiu, contudo, que qualquer decisão tomada pela comissão de venda “terá de ser reafirmada, em assembleia geral, pelos sócios”.

Depois da primeira tentativa de venda ter sido anulada, em Outubro do ano passado, as condições foram melhoradas no segundo concurso.

O espaço destinado a comércio, serviços, escritórios e lazer subiu de 5 mil para 20.769 metros quadrados, enquanto a zona de habitação diminuiu, sendo permitidos 216 fogos. Mas as alterações não trouxeram resultados práticos.

Gomes Ferreira assegura que a comissão de venda não aceita vender “abaixo” dos 15 milhões de euros. O modo de pagamento pode ser a «chave» do negócio.

Só com este negócio será possível avançar para a assinatura da acta final do Procedimento Extra-judicial de Conciliação (PEC), que permite ao Farense pagar dívidas de forma faseada.

O passivo do clube, que esta época assegurou a manutenção na III Divisão Nacional, está estimado em cerca de 11 milhões de euros.

Fonte: por Edgar Pires
em Região Sul

segunda-feira, maio 25

3ª Divisão acaba em 2011/2012


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Na Assembleia-Geral da Federação Portuguesa de Futebol, realizada no sábado em Lisboa, foram aprovadas as alterações aos quadros competitivos de 2ª e 3ª Divisões, sendo que, na 2ª Divisão, na próxima época, vamos ter 3 séries de 16 equipas cada. Quanto à 3ª Divisão, só na temporada 2011/2012 as alterações entram em vigor.

A 3ª Divisão Nacional vai manter o actual figurino durante as duas próximas épocas e, as alterações, só se aplicarão na temporada 2011/2012. Assim, as equipas algarvias que na próxima época vão competir na 3ª Divisão (Beira Mar, Farense, Quarteirense e Esperança de Lagos) terão dois objectivos; Subida ou permanência. Quanto ao Distrital, o campeão da época 2009/2010 ascenderá à 3ª Divisão.

Decidido ficou, que a 2ª Divisão Nacional será disputada por 48 clubes, inseridos em 3 Séries de 16 equipas cada (Norte, Centro e Sul). O 1º classificado de cada Série irá disputar, numa 2ª Fase a subida à Liga de Honra, entretanto reservada a apenas duas equipas – há diálogo com a Liga para que subam três, o que motivará também a despromoção de três equipas da Honra à 2ª Divisão. Quanto às descidas, descem à 3ª Divisão os 4 últimos de cada Série.

A FPF dá conta, no seu Site, que após 7 horas de reunião, não houve tempo para debater todos os assuntos. “Os trabalhos foram suspensos ao fim de sete horas, ficando adiados até ao dia 30 de Maio, data na qual o órgão máximo da FPF se voltará a reunir para discutir o último ponto da ordem de trabalhos – a proposta de um regulamento para o Licenciamento de Clubes para a II e III Divisão apresentada pela Direcção”.

Oficialmente, a época 2009/2010 começa com a Taça de Portugal, 1ª eliminatória, no dia 30 de Agosto. Depois, no dia 6 de Setembro, arrancam os campeonatos nacionais de 2ª e 3ª Divisões, 1ª Jornada.

Fonte: Algarve Desporto
 

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